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INVEST em Estórias dos Usuários: Métodos Ágeis na Gestão de Projetos

De acordo com Bart Gerardi em seu artigo “INVEST in User Stories”, “A mais básica forma de requerimentos em projetos ágeis são as Estórias dos Usuários, que descreve um ator, o que o ator está tentando fazer e os objetivos do ator. Cada estória é única, mas elas devem ter o mesmo componente e seguir a mesma orientação.” Para isto acontecer, Gerardi apresenta o acrônimo INVEST.

I de Independente (Independent) – A estrutura de backlog dos projetos ágeis, só funcionam adequadamente quando são independentes entre si, haja vista um dos objetivos do backlog é ser flexível e permitir a reprioritização.

N de Negociável (Negotiable) – Existem, provavelmente muitas maneiras para que o sistema satisfaça as necessidades do usuário. Algumas delas são mais difíceis do que outras, e algumas vão proporcionar uma melhor experiência para o usuário. Esta decisão destina-se a ser feita através de discussão entre o desenvolvedor e o proprietário do produto, e não esculpido no documento de requisitos para nunca mudarem.

V de Valorosa (Valuable) – Cada Estória deve fornecer valor para o cliente, para a equipe do projeto ou para o produto. O gerente do produto é reponsável por priorizar a lista de estórias dos usuários e se alguma delas não possuírem um valor associado, devem, corretamente, serem colocadas no final da lista.

E de Estimável (Estimable) – O processo ágil foi criado como uma maneira de lidar com ambiguidades e o desconhecido. O que não deveria ser uma desculpa para ter grandes perdas de entendimento sobre o que a estória do usuário significa ou o que deseja de resultado. Não quer dizer que tudo deva ser conhecido antecipadamente, mas deve-se ter conhecimento do suficiente para que a estória possa ser estimada, normalmente na forma de pontos de estórias.

S de Pequeno (Small) – Boas estórias de Usuários são pequenas, normalmente menores que o trabalho de uma pessoa por um mês. Quanto menor é a estória, mais provável é a acurácia das estimativas e da estória ser entendida.

T de Testável (Testable) – Uma estória deve ser testável para que seja aceita. Ágil é muito focado no conceito de alguma coisa entregue ou não entregue, sem possibilidade de algo parcial. Para que algo esteja entregue, a equipe deve ser capaz de testa-lo contra o requerimento da estória e verificar se todas as condições estão satisfeitas.

O IHD (Instituto Heron Domingues) reforça as dicas apresentadas por Gerardi para construção de boas estórias de usuários em projetos ágeis. Com grande destaque, principalmente em projetos de TI (Tecnologia da Informação), os métodos ágeis trazem, de positivo, boas práticas de envolvimento com usuários, entregas e validações parciais, o que em muitos casos dos métodos tradicionais são deixados em segundo plano, mesmo que também sejam boas práticas aplicáveis normalmente ao gerenciamento destes projetos.

Em breve o IHD estará lançando curso inovador na Gestão de Projetos Ágeis.

Duvidas ou sugestões sobre este tema? Estamos a disposição para ouvi-los e compartilhar conhecimento! Deixe seu recado abaixo.